Cozinha internacional: o refeitório da Vila Olímpica
AFP
PEQUIM (The New York Times) - O refeitório da Vila Olímpica é do tamanho de três campos de futebol. Grande o suficiente para acomodar 6.000 pessoas ao mesmo tempo. E a operação de fornecimento de refeições necessária para alimentar uma base multinacional, multicultural e multilingual 24 horas por dia é igualmente gigantesca.
Uma empresa privada sediada em Philadelphia, a Aramark, está cuidando da comida na Vila Olímpica, em dois Centros de Mídia e duas Vilas de Mídia durante os Jogos Olímpicos. Essa é a décima quarta edição de Jogos Olímpicos de Verão ou Inverno desde o primeiro contrato da empresa, nos Jogos da Cidade do México em 1968.
Para satisfazer paladares tão diversos e exigentes quanto os dos 28.000 atletas, treinadores e do funcionários da vila, os chefs da Aramark prepararam um menu que inclui 800 receitas do mundo todo e que acomoda todo tipo de dieta – vegetariana, halal (muçulmana), kosher (judaica).
O rodízio do menu a cada oito dias tem uma inclinação asiática, especificamente com um foco em especialidades chinesas como o pato de Pequim, congee (um mingau de arroz) e daoxiaomain (macarrão cortado a faca), mas ele também inclui pratos da Itália, Grécia, África do Norte, sul da Espanha e América Latina.
De acordo com a Aramark, a empresa vai preparar:
- Mais de 16 toneladas de pato
- Mais de 6 toneladas de tofu
- 70 toneladas de carne
- 1 milhão de maçãs
- 20,1 milhões de porções de arroz
- 743.000 batatas
Isso sem falar de queijo, alface, cebola, frango, laranja...
c.2008 The New York Times
Distributed by The New York Times Syndicate


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